Quanto Ganha um Porteiro de Condomínio de Luxo – Salário

O salário de um porteiro de um condomínio de luxo varia de acordo com os serviços prestados.



O salário médio de um porteiro de condomínio é de R$ 850 mensais, lembrando que os empregados que trabalham no período noturno têm direito a um adicional noturno sobre as horas trabalhadas entre 22h e 5h, além do pagamento de eventuais horas extras.

condomínio de luxo porteiro

Quanto Ganha um Porteiro de Condomínio de Luxo?

Em um condomínio de luxo, no entanto, um porteiro pode ganhar até R$ 2.500. Os maiores salários estão concentrados nas regiões Sul e Sudeste, em Brasília e nos pontos turísticos do Nordeste.

No entanto, em algumas cidades brasileiras, nos prédios mais antigos – mesmo que sejam luxuosos – é comum que os serviços de portaria sejam substituídos por porteiros eletrônicos. A segurança é reduzida, mas os custos pesam menos nas despesas dos condôminos.

Outro fator que influi nos salários é o número de unidades do condomínio. Nas grandes torres e conjuntos residenciais com disponibilidade de outros serviços, os salários praticados são maiores. No entanto, a figura do empregado de portaria sem nenhuma vivência profissional específica está dando lugar a profissionais bem qualificados.

A Formação

Um porteiro, especialmente aquele que atua em condomínios de luxo, deixou de ser um empregado sem especialização. Faz parte das suas funções o controle de sistemas computadorizados de comunicação e o controle de portões eletrônicos. Alguns edifícios demandam profissionais para atuar em diversas portarias (social, serviço, garagem, etc.).

Por outro lado, o número de assaltos e roubos vêm onerando os condôminos, o que exige maior profissionalização não apenas dos porteiros, mas também dos operadores de controle de acesso motorizado, dos zeladores, faxineiros e outros empregados, especialmente nos condomínios de luxo, cujos moradores têm, ao menos em tese, maior poder aquisitivo.

condomínio de luxo

Existem riscos nessa profissão? Quais são?

Em 2014, apenas no Rio de Janeiro, ocorreram mais de 1.300 assaltos e arrastões em condomínios, quase todos localizados nas zonas sul e oeste da cidade, em que residem as famílias com maior poder aquisitivo da cidade. No primeiro semestre de 2015, o número diminuiu, mas ainda é mais alarmante: 533 invasões.

O Sindicato da Habitação do Rio (SECOVI-RJ) constatou que, na maioria das ocorrências, os crimes poderiam ter sido evitados com providências simples de segurança. Em muitos casos, os ladrões entraram pela portaria social, franqueada por porteiros inexperientes.

Os ladrões conseguiram circular livremente pelos saguões e corredores, sem serem incomodados. Procuraram apartamentos vazios, usaram ferramentas para arrombar portas e saíram calmamente, portando objetos de valor em mochilas e malas dos próprios assaltados.

Em outros casos, os criminosos furtam uniformes de empresas de prestação de serviço (luz, gás, TV por assinatura, telefonia, etc.), dos Correios ou de entregadoras particulares e acionam o interfone travestidos de trabalhadores (isto acontece também em residências, além dos condomínios verticais e horizontais).

Outro fator que determina o crescimento da violência é o despreparo. Empregados não qualificados tendem a imaginar que pessoas vestidas como “gente de bem” não representam riscos. Por isto, investir na qualificação é muito importante para que zeladores, porteiros, vigilantes e faxineiros possam aprender a lidar com estas e outras situações.

A violência cobra o preço de todos os cidadãos. É preciso que síndicos e condôminos estabeleçam um planejamento para inibir a criminalidade em suas próprias unidades. Sai mais barato pagar salários maiores para profissionais bem treinados, do que se arriscar a perder bens de valor em um arrastão.

+ Salário de outras profissões:

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