Quanto Ganha um Jogador de Futebol da Base – Salário

Jogar em um grande clube é o desejo de boa parte dos meninos. Confira quanto ganha um jogador da base.



Jogador da base” é um ofício que pode ser exercido a partir da infância. Para jogar nas divisões de base dos clubes profissionais de futebol, é preciso passar por testes (as famosas peneiras) ou ser descoberto por um “olheiro”.

Salário das Categorias da Base do Futebol

salário de jogador da base

Os clubes separam estes atletas de acordo com a faixa etária. As categorias são as seguintes (as idades variam de clube para clube):

  • fraldinha – de sete a nove anos;
  • dente de leite –dez e 11 anos;
  • pré-mirim – 11 e 12 anos;
  • mirim – 12 e 13 anos;
  • infantil – 14 e 15 anos;
  • infanto-juvenil – 15 e 16 anos:
  • juvenil – 17 e 18 anos;
  • júnior – 17 a 20 anos.

Nos treinamentos, as crianças e jovens são moldados, definem a posição em que jogarão e participam de torneios locais, regionais, nacionais e até mesmo mundiais (no caso dos mais velhos). Alguns adolescentes, no entanto, deixam as categorias de base e ascendem para o profissional antes mesmo de completar 18 anos.

As cobranças pelo bom desempenho – e por resultados – são bastante fortes e, a cada troca de categoria, parte dos atletas é dispensada por insuficiência técnica.

jogador da base salário

Quanto Ganha um Jogador de Futebol da Base?

De acordo com orientações da FIFA (Federação Internacional de Futebol), contratos profissionais só podem ser assinados quando o atleta completa 16 anos de idade. Antes disto, um jogador da base pode receber apenas ajuda de custo. Ele ganha entre R$ 300 e R$ 500, dependendo do porte do clube que o treina.

A partir dos 16 anos, os salários se tornam mais polpudos, apesar de, entre as possíveis estrelas que despontam nas categorias inferiores, haver casos de pré-contratos, auxílio moradia, auxílio educação e outros, para manter a “promessa” nos quadros do clube.

Os grandes clubes brasileiros modificaram a forma de remuneração dos jogadores da base entre 16 e 20 anos. Até 2015, era comum encontrar adolescentes ganhando entre R$ 20 mil e R$ 25 mil, além de luvas (prêmios por assinatura) e bichos (por vitórias e conquistas de títulos).

Os dirigentes de futebol, no entanto, perceberam que isto provocava apenas acomodação. Alguns clubes chegaram a manter atletas na base mesmo depois dos 20 anos (quando não podem mais ser relacionados para participar de torneios oficiais).

O São Paulo (SPFC), por exemplo, reduziu os salários: um jogador da base ganha até R$ 10 mil (nas categorias superiores). Ele não recebe luvas e o clube não transfere diretamente comissões para os empresários. A única premiação mantida, de cerca de R$ 100 mil, é condicionada a dois fatores: conquista de títulos e promoção para o time profissional.

No entanto, se esta é a realidade do São Paulo, está longe de ser unanimidade nacional. Na verdade, a maioria dos atletas que atuam nos principais campeonatos (Copa do Brasil e Brasileirão séries A e B) não chega nem perto dos R$ 10 mil mensais.

No Rio Grande do Sul, para jogadores profissionais, o piso salarial é de R$ 900; em São Paulo, fica entre R$ 950 e 1.000. De acordo com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), 82% dos jogadores brasileiros ganham até dois salários mínimos; apenas 2% têm salários acima de 20 salários mínimos.

Curiosidade: Neymar ganhava R$100.000 com 16 anos.


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