Quanto Ganha um Engenheiro Eletricista – Salário

Tudo depende das responsabilidades e do porte da empresa. Veja quanto ganha um engenheiro eletricista.



O engenheiro eletricista é o profissional que se dedica ao planejamento, construção e manutenção de sistemas destinados à produção e transmissão de energia elétrica. De acordo, com a lei nº 4.950/66, que regulamenta os salários de engenheiros, arquitetos, agrônomos, químicos e veterinários (todas elas são profissões de nível superior, com cursos de bacharelado), o piso nacional de um engenheiro eletricista é de seis salários mínimos nacionais, para a jornada semanal de 30 horas.

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Quanto Ganha um Engenheiro Eletricista?

A mesma lei determina:

  • para jornadas de 35 horas semanais: piso salarial de 7,25 salários mínimos nacionais;
  • para jornadas de 40 horas semanais: piso salarial de 8,5 salários mínimos nacionais.

Isto, no entanto, nem sempre corresponde à realidade. Muitas empresas contratam engenheiros eletricistas (especialmente os recém-formados) com outras denominações: supervisores, encarregados, etc. Mesmo assim, a média salarial destes profissionais é relativamente alta, em relação aos salários brasileiros: R$ 4 mil mensais, o que corresponde a pouco mais de 4,5 salários mínimos.

Um bacharel em Engenharia Elétrica que assuma o cargo de gerente de produção pode ganhar entre R$ 9 mil e R$ 20 mil. Um diretor de supply chain (cadeia de matéria prima) tem salários mensais de até R$ 40 mil, média semelhante à dos diretores industriais e de produção.

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Mercado de Trabalho em Engenharia Elétrica

Com o recente aumento da produção e do consumo (que pode estar com os dias contatos, em função da crise econômica e politica), o mercado para os engenheiros eletricistas está em alta. O país demanda investimentos em infraestrutura – e energia elétrica é fundamental para todos os segmentos da atividade econômica.

Estagiários, trainees e profissionais de carreira em Engenharia Elétrica encontram boas oportunidades em subestações e linhas de transmissão de energia, usinas hidrelétricas e termoelétricas, construtoras, órgãos governamentais nas diversas esferas e indústrias de automação também demandam estes profissionais.

A profissão de engenheiro elétrico foi regulamentada em 1933. Para exercê-la, é necessário os quatro ou cinco anos de graduação (em geral, a opção pela especialização é feita no terceiro ou quinto semestre da faculdade e os cursos oferecidos são sempre bacharelados) e ser registrado no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia).

As instituições de ensino graduam quase 40 mil engenheiros elétricos a cada ano. Mesmo assim, especialistas em recursos humanos apontam escassez de profissionais no mercado. Em época de retração econômica, a demanda é menor, mas dificilmente um engenheiro elétrico bem formado fica sem emprego.

+ Mais salários:

No Brasil, 272 faculdades oferecem o curso de Engenharia Elétrica. Algumas têm um foco específico de formação: telecomunicações, computação, automação industrial e comercial, eletrotécnica, eletrônica e microeletrônica. Com as inovações tecnológicas cada vez mais frequentes, no entanto, um engenheiro eletricista precisa estudar sempre e manter-se constantemente atualizado.

De acordo com os dados do ENADE – Exame Nacional de Desempenho de Estudantes –, os melhores cursos de Engenharia Elétrica são: ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica, de São José dos Campos, SP), Universidade Federal do Rio de Janeiro e Instituto Militar de Engenharia (também do Rio de Janeiro, RJ). Vale lembrar que as universidades públicas paulistas (USP, UNESP e UNICAMP) não participam da avaliação do governo federal.


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